Baila dores

Beiram-lhe os anos
Perante a escuridão
O sono eterno não lhe parece vão

Desfiguram-lhe o rosto
da pobre menina
Dançam as dores
feito bailarinas

Corteja-se a morte
Choram-se rios
Sem escrúpulos, a dor
lhe deixa por um fio

Mas qual fim há de chegar?
Que mundo ei de deixar?
Seria único motivo pelo qual viver,
o sobreviver?

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